Home Blogs Blog da Juventude A importância de voltarmos as Juventudes para o movimento estudantil, por Victor Puppin Vilela
A importância de voltarmos as Juventudes para o movimento estudantil, por Victor Puppin Vilela PDF Imprimir E-mail
Qui, 27 de Novembro de 2014 20:02

Silêncio da UNE diante de corrupção

juventudepsdb-300x199O movimento estudantil brasileiro tem em sua história as marcas da constante defesa pela educação e democracia. Todavia, nos últimos anos, houve uma perda de valores: ao invés de vermos a atuação da UNE, por exemplo, o que se assiste é um silêncio diante de tantos fatos de corrupção no país.

Ao longo de toda história, a UNE teve uma importante atuação inicial em defesa do fim da 2ª Guerra Mundial, contra o Nazifascismo, e do Regime Militar. Movimento esse que deu diversos líderes do nosso partido, como José Serra (que presidiu a UNE durante o golpe de 64), Aloysio Nunes, João Almeida entre tantos outros.

Na linha histórica, a UNE se fortalece ao se posicionar politicamente a favor da posse de João Goulart e da reforma da educação, mantendo-se firme na defesa da democracia. Posteriormente, o movimento ganha forças na defesa do “Movimento das ‘Diretas Já’” – que seria um marco na nossa história – e na retomada da democracia com eleições diretas para presidente civil.

No período da redemocratização, o movimento estudantil manteve forte atuação com os “Caras Pintadas” que exclamou o impeachment do presidente Collor.

Durante os sucessivos governos, sempre que havia o erro ou equívoco dos governantes, lá estava a UNE a favor do estado de direito.

Após a ascensão do PT ao governo, parece que tudo mudou. A UNE parece ter-se tornado um braço do PT e não mais uma representação dos estudantes brasileiros que lutam pela democracia e pela garantia de direitos individuais e coletivos.

Ao adotar uma política de aparelhamento dos órgãos e instituições públicas, dos movimentos sociais, a UNE parece ter-se partidarizado, não se manifestando acerca das práticas de corrupção do PT, cujos desvios de milhões de dólares por parte de vários de seus membros, não recebeu a devida crítica pelo movimento estudantil.

A pergunta é: Onde estava a UNE no momento em que os representante do governo estavam sendo julgados no mensalão? E agora, quando está ocorrendo um dos maiores casos de corrupção da história brasileira na Petrobras, onde está a voz da UNE? Onde está a UNE, hoje, em defesa dos direitos dos estudantes, que não tem tido melhorias na educação, pois todos os índices de avaliação institucional pelo INEP sinalizam que o Brasil está entre os piores países na área da Educação?

Para que não ocorra mais o aparelhamento do movimento estudantil a partidos que tenham o espectro político de “esquerda,” cabe a nós, membros da juventude do Partido da Social Democracia, retomarmos esse papel de protagonistas do movimento. Lutar por melhorias em faculdades e escolas, disputando Centros Acadêmicos, Diretórios e Grêmios Estudantis, são formas de modificação da representação discente.

Tive a honra de liderar um grupo de jovens na 2ª maior faculdade particular do Distrito Federal, UniCEUB, com mais de 16 mil alunos uma campanha para o Diretório Central dos Estudantes. Assemelhou-se, a votação, a uma campanha presidencial, devido ao fato de ter sido extremamente competitiva. Uma campanha marcada pela baixaria, agressões verbais e físicas, lutando com um grupo que está há quatorze anos na gestão. Todavia, manteve-se o grupo firme e coeso: o processo eleitoral foi estagnado por um episódio de fraude.

Após o processo eletivo, a partir da experiência adquirida, vi da importância de estarmos inseridos em movimentos de representação, pois só existe a chance de mostrar o que pode ser feito, em gestões diferentes.

É necessário acabar com a prática nefasta que o PT implantou no país: exterminar a propagação de movimentos estudantis, vinculados a partidos políticos com espectro de esquerda, tornando as campanhas infestas de medo e agressões.

Concluindo e parafraseando a mensagem do senador Aécio Neves em alusão ao ex-governador Eduardo Campos e, também ao ex-presidente Tancredo Neves, “Não vamos desistir do Brasil, nem nos dispersar”, fecha-se com a seguinte expressão: “não vamos desistir do Brasil nem do movimento estudantil e jamais nos dispersarmos”.

Victor Puppin Vilela  é estudante do 4º semestre de Administração do UniCeub e membro da JPSDB-DF.

 

Comments  

 
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